Faz tempo que não escrevo... Aliais, varias ideias passaram pela minha cabeça nos últimos mês e muitas delas dariam textos bem complexos! Tipo aquelas melhores definições de surtos... Nem sei se esse é o melhor texto para começar mas é o que tem para hoje!!!
Acabei de terminar de ler o livro The Eight que fala sobre um tabuleiro e peças de xadrez que quando combinadas entregam a chave para o enigma mais poderoso da humanidade. Sem estragar o livro, prometo que não colocarei um só spoilers!
Somando o livro com aquele um milhão de experiências e vivências que eu tive nos últimos meses, me peguei combinando todas as informações e chegando em uma análise surreal...
E se todos nós, fossemos peças de um grande, enorme jogo de xadrez que podem ser jogados por Deuses ou o “destino”, enfim, quem está mexendo as peças não importa muito pq acredito no no final o resultado é o mesmo, parte das peças outros mexem por vc e outras você mesmo anda de casa em casa, como melhor compreender...
Sempre acreditei que Deus coloca anjos em nossas vidas nos momentos que mais precisamos, e não acredito que esses anjos tenham assas ou sejam alguém com quem vc nunca se relacionou... E também não acredito que seja um papel permanente, pode ser um anjo diferente para cada momento da vida. Anyway, o ponto aqui é, sempre acreditei que nos momentos que mais precisamos, alguém aparece e transforma você!
Pode ser sua maneira de pensar, seu jeito, mas essa pessoa toca você e te suporta, te dá segurança, amor e força para o que você precisa enfrentar.
Agora imagina que no mundo estejam existindo em paralelo milhões de jogos de xadrez, e você é responsável por um desses jogos. Na verdade, cada um de nós teria um jogo e este faria parte de um jogo ainda maior. Imagina agora que alguns movimentos você decide fazer por si só e outros fazem por você, ou seja, existem seres que podem mover as peças...
Colocando em exemplos... Eu controlo meu próprio jogo e sou ao mesmo tempo uma peça em tabuleiros diversos. Alguém mexeu em mim e me tirou de um jogo em março desse ano e eu sai do Boti. E só para deixar claro, esse alguém não é nenhum gerente ou pessoa do RH, seria como se Deus fizesse essa movimentação.
Com essa saida eu me vi em diferentes situações:
1º Eu tinha que reajustar meu próprio jogo, ou seja, o que eu quero, por que, de que forma, o que é importante para mim, etc. Processo de análise que sinceramente não sei se um dia vai acabar...
2º Deus colocou no meu caminho peças, que são para mim anjos, como eu disse acima, para me ajudar a reencontrar a estratégia do meu jogo... Nessa analogia, a Lu, por exemplo, foi mais que um peão, foi quase que um cavaleiro do rei, com uma formula mágica. Mas claro que não foi ela isolada, mas a Lu, a Flá, a Gabi, a Ju, meu pai, a Déb´s e várias outras pessoas entraram para “essa partida” por assim dizer.
3º Com a minha movimentação, eu passei a fazer parte dos tabuleiros de outras pessoas. Por exemplo, a Mônica, que tem certeza que foi Deus quem me levou para Miami para passar 10 dias em um momento que ela mesmo não se conhecia... Ou seja, para ela, naquele momento, eu fui um desses anjos... Ou para a própria Lu, que mesmo tendo sido mais que uma irmã para mim, sei que fui tão importante quanto para ela nesse periodo. Indo ainda mais além, fui o anjo que as meninas da Recriar precisavam nesse momento...
Ou seja, imaginando que todos fazemos parte de um grande jogo, faz sentido pensar que não temos o controle total das nossas vidas e que cada pequena mudança desencadeia um mundo de mudanças em todos os jogos paralelos que existem no mundo?
E que como uma forma espiral esses jogos são infinitos e que sempre vão existir essas relações entre peças e jogos?
Pensando assim fica mais fácil imaginar que realmente a Noviça Rebelde tinha razão... “Quando Deus fecha uma porta, em outro lugar ele abre uma janela...” Não importa o que aconteça conosco, podemos ter a certeza que esses atos influenciam nossa forma de ver a vida, pode ser uma mudança drástica ou um reajuste de prioridades, mas com certeza possuem um efeito cascata que não conseguimos nem mensurar quando estamos no meio do furacão...
PS- Lu, o livro não tem absolutamente nada haver com isso, essa é só uma reflexão em cima de peças de xadrez!!! Mesmo assim vou passar para a Deb´s antes para ela confirmar a teoria antes de postar!!!
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
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